Misturar garotas mágicas, criaturas angelicais e combates frenéticos pode parecer uma combinação improvável, mas é justamente essa proposta que dá identidade a Kernel Hearts. Desenvolvido pelo estúdio independente argentino Ephemera Games e publicado pela Whitethorn Games, o título combina elementos de roguelike com ação hack and slash em uma jornada por uma misteriosa Torre de Babel.
A aventura coloca quatro guerreiras com habilidades distintas diante de uma missão extrema: atravessar uma estrutura colossal, enfrentar forças divinas e tentar salvar os últimos sobreviventes da humanidade. Apesar de apresentar um universo criativo e batalhas movimentadas, o jogo também esbarra em problemas de variedade, progressão e balanceamento que podem comprometer a experiência ao longo das partidas.
Uma história de guerra, magia e divindades
A premissa de Kernel Hearts começa com uma versão alternativa da história humana. Após vencer a corrida espacial, a União Soviética encontra na Lua uma garota com poderes extraordinários. A descoberta desencadeia uma disputa internacional para reproduzir essas habilidades e transformá-las em armas, levando a humanidade a uma sequência de conflitos que culmina em um cenário apocalíptico.

