Poucos universos dos animes parecem tão naturais para uma adaptação em videogame quanto Sword Art Online. A ideia de explorar Aincrad, evoluir um personagem e enfrentar o desafio de sobreviver em um MMORPG onde a morte é definitiva sempre despertou a imaginação dos fãs. Com Sword Art Online: Echoes of Aincrad, a Bandai Namco tenta transformar esse conceito em uma experiência mais próxima do que muitos esperavam desde a estreia do anime.
O resultado é um RPG de ação competente, que acerta ao recriar o clima da franquia e oferecer liberdade para construir seu próprio herói. Entretanto, algumas decisões de design impedem que a aventura alcance todo o seu potencial.
Um protagonista inédito muda a perspectiva da história
Diferente de vários jogos anteriores da série, Echoes of Aincrad coloca o jogador no controle de um personagem totalmente personalizável.
Em vez de acompanhar novamente a jornada de Kirito, a campanha apresenta uma narrativa paralela aos acontecimentos do primeiro arco do anime. Embora personagens conhecidos, como Asuna, Klein e Argo, participem da aventura, eles deixam de ocupar o centro da história para abrir espaço a novos protagonistas.

