O lançamento de Arknights: Endfield chegou cercado de expectativas, e as primeiras impressões mostram que o jogo entrega mais do que prometia. Desenvolvido pela Gryphline, o título expande o universo de Arknights com uma proposta que mistura RPG, estratégia, construção de base e ação em tempo real.
Mesmo em seus primeiros dias, Endfield já chama atenção por decisões inteligentes de design, especialmente no desempenho técnico e na forma como apresenta seus sistemas ao jogador.
⚙️ Otimização impressiona, mesmo abaixo dos requisitos mínimos
Logo no início, o jogo alertou que meu celular ficava abaixo dos requisitos mínimos. Ainda assim, resolvi testar. Ajustei todas as configurações gráficas para o mínimo e, para minha surpresa, o jogo rodou muito bem, com poucos travamentos e desempenho estável.
Esse nível de otimização impressiona bastante, principalmente em um jogo visualmente ambicioso. A Gryphline claramente pensou em alcançar um público maior, o que torna Endfield acessível mesmo para quem não possui dispositivos topo de linha.
Eventos de lançamento extremamente generosos

Outro ponto que merece destaque são os eventos de lançamento. Logo de início, o jogo entrega uma personagem 6 estrelas gratuita, a Ardelia, junto com sua arma exclusiva.

Ardelia funciona como uma curadora extremamente eficiente, facilitando bastante o progresso inicial. Além disso, o jogo oferece diversos baús de armas 6 estrelas à escolha, algo raro em títulos gacha logo no lançamento.
Atenção ao banner gacha e ao contador de tiros

O sistema de gacha exige atenção. Embora o jogo ofereça um contador de 120 tiros garantidos, ele reseta caso o jogador obtenha a personagem antes ou troque de banner.
Além disso, esse contador não transfere progresso entre banners, nem mesmo entre banners gratuitos. Portanto, planejar bem os pulls se torna essencial para evitar desperdício de recursos.
Construção de base: essencial, mas nem todo mundo vai gostar

O modo de construção ocupa um papel central em Arknights: Endfield. Ele influencia recursos, progressão e eficiência geral do time, o que pode afastar jogadores que não gostam desse tipo de sistema.
Por outro lado, o jogo facilita bastante esse aspecto ao permitir o uso de bases prontas criadas por outros jogadores, reduzindo a complexidade inicial. Assim, mesmo quem não curte muito construção consegue avançar no próprio ritmo.
História acessível e cheia de recompensas

O modo história funciona muito bem. O jogo apresenta uma narrativa interessante, mas também permite pular diálogos, caso o jogador queira focar apenas no gameplay.

Além disso, Endfield oferece várias missões guiadas, que ensinam os sistemas do jogo enquanto entregam boas recompensas. Esse formato ajuda bastante quem está começando.
Passe de batalha justo e vantajoso

O passe de batalha se divide em três camadas: gratuita, paga e uma intermediária comprada com moeda in-game. Esse modelo chama atenção pelo custo-benefício.
Ao investir 29 moedas, o jogador recebe 32 moedas de volta ao completar o passe. Para quem pretende jogar com frequência, essa opção realmente vale a pena.
Combate estratégico e muitas possibilidades de times

Mesmo com poucos personagens disponíveis neste início, o sistema de combate já mostra profundidade. O jogo permite montar diversos times, explorar combos elementais e criar estratégias bem diferentes.
Atualmente, utilizo um time elétrico focado na Avywenna, que funciona muito bem. Além disso, consegui o novo personagem Da Pan, um panda carismático, e já penso em montar um segundo time ao redor dele.
Uma estreia acima das expectativas
Arknights: Endfield me surpreendeu bastante. Mesmo sendo um jogo gacha, ele permite avançar e se divertir com um time totalmente free to play, sem pressão excessiva para gastar.
Apesar de eu não gostar muito de modos de construção, o jogo me deixou confortável para avançar no meu ritmo, sem que isso se tornasse um impeditivo. No geral, saio muito satisfeito e curioso para acompanhar a evolução do jogo nos próximos updates.
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